Estou envenenada pela vontade de escrever. Aquele pedaço de maçã caiu-me no goto e já não vai sair... É muito, muito difícil ficarmos indiferentes a esses pensamentos envenenados que nos invadem a alma e nos empurram para dizer o que queremos e o que não queremos.
Se ficarmos calados, o veneno vai alastrando-se cada vez mais.... Ou vamos libertando o veneno em várias e pequenas doses, ou ele acaba por consumir-nos.
Mais dia, menos dia, se não tiver cuidado, cuspo a maçã envenenada na direcção certa.
A maçã é tudo aquilo que envenena a vida. Aviso: O blog não é aconselhado a Principes Encantados, Sapos Enfeitiçados e Monstros em fase de transição para príncipes. Os efeitos secundários podem ser devastadores, e ter o resultado inverso.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Princesa índia

Quando era pequena, era quem eu queria ser... Uma Princesa. A princesa das princesas! Por ironia do destino (ou outro motivo qualquer) a minha mãe nunca quis mascarar-me a Princesa... O máximo que consegui, uma vez, foi mascarar-me a índia. Sempre podia imaginar que era uma princesa índia... Mas não funcionava muito bem, porque acabava por encarnar a personagem de uma forma mais agressiva, e menos própria de uma princesa. Ossos do ofício (de criança).
Afinal de contas, serei eu a princesa índia que estava dentro de mim, ou a Princesa que queria ser?
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