A maçã é tudo aquilo que envenena a vida. Aviso: O blog não é aconselhado a Principes Encantados, Sapos Enfeitiçados e Monstros em fase de transição para príncipes. Os efeitos secundários podem ser devastadores, e ter o resultado inverso.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Paparazzi
Para quem tem dúvidas, aqui vai um vídeo, ao VIVO, que comprova o que digo.
OPÁ, se virem o vídeo ao vivo da MTV, que não consegui colocar aqui porque têm todos uma qualidade péssima, por favor, reparem na cara das outras estrelinhas do público, que estão extasiadas, e nem sequer sabem o que pensar: “será que gosto? O que é isto??” Eu respondo!!!!!!! Isto é – UMA VERDADEIRA ARTISTA.
Vídeo - Versão acústica de "Paparazzi"
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Está frio...
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Pesadelo versus sonho
terça-feira, 24 de novembro de 2009
The sexiest man on earth
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Anouk Hoje...
Pelo menos ESTA loira é interessante... O mais irónico é ela estar a cantar num festival de pop... AI AI
What a nice tatoo....
Cordão Umbilical
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Natal sem Avó
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
If You Were A Sailboat
If you're a piece of wood I'd nail you to the floor.
If you're a sailboat I would sail you to the shore.
If you're a river I would swim you,
If you're a house I would live in you all my days.
If you're a preacher I'd begin to change my ways.
Sometimes I believe in fate,
But the chances we create,
Always seem to ring more true.
You took a chance on loving me,
I took a chance on loving you.
If I was in jail I know you'd spring me
If I was a telephone you'd ring me all day long
If was in pain I know you'd sing me soothing songs.
Sometimes I believe in fate,
But the chances we create,
Always seem to ring more true.
You took a chance on loving me,
I took a chance on loving you.
If I was hungry you would feed me
If I was in darkness you would lead me to the light
If I was a book I know you'd read me every night
If you're a cowboy I would trail you,
If you're a piece of wood I'd nail you to the floor.
If you're a sailboat I would sail you to the shore.
If you're a sailboat I would sail you to the shore
Katie Melua
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Cavalheirismo parte II

As mulheres tiveram de lutar pelo lugar que têm agora. E mesmo assim ainda há países em que a mulher tem liberdade nula, e ainda se pratica mutilação genital. Desculpem lá ser bruta, mas é mesmo assim.
E é por estas e por outras que a mulher começa a imitar os homens… por isso é que há cada vez mais mulheres fumadoras, por isso é que pagamos mais vezes o jantar ou o almoço; por isso é que a mulher assume um papel cada vez mais ‘masculino’ nas relações, e se torna cada vez mais intolerante a este nível.
O meu chefe é o maior cavalheiro que conheço. Nunca entrou à minha frente em lugar nenhum, e diz que, numa colega não se toca dos ombros para baixo. Mais cavalheiro do que ele só um namorado que tive, que arrastava a cadeira para eu me sentar, segurava o casaco para eu vestir, abria-me a porta do carro, e nunca me deixava pagar nada. Eu deixei-o, porque o achei exagerado. Mas não era, era genuíno, eu é que era ingénua. Já não há muitos assim, mas eu estava na faculdade e achava que aquilo devia ser o que os velhos fariam com as mulheres.
Mas porque será que os homens evitam, cada vez mais, ter uma relação séria? Será que não procuram o mesmo que nós? Isto daria um assunto para outro post, e não me apetece responder agora. A verdade é que, a atitude de mulher independente, aparentemente, os afasta. Queremos partilhar a conta… queremos mesmo pagar a conta! Isso é sinal de que podemos. É sinal de estabilidade financeira, de independência, e consequentemente, de poder.
É uma guerra, uma luta de sexos. E será que os homens estão a ficar mais sensíveis, e mais ‘meninas’ e as mulheres, - apesar de bem maquilhadas-, mais ‘machos’? A nova mulher não quer que lhe abram a porta do carro, ela vai levar o carro dela. Mostra que pode. E vai competir com o homem, até mesmo nas coisas em que não devia, como beber e fumar.
Se isto é que é ser moderno, eu não quero. Agora que já sou adulta – ahahahahah – gosto do sentido de cavalheirismo. E, meninas, deixem-se de merdas. Vocês gostam de receber uma rosa, gostam de um pequeno gesto de ternura, e gostam de alguém, que acima de tudo, vos respeite. Esse sim, para mim é o verdadeiro ‘cavalheirismo’. Deixo as guerras para outras guerreiras (perdoem-me a redundância, mas não sou perfeita).
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
I’m just a girl

Vi no outro dia uma reportagem sobre umas miúdas que jogam futebol no estrangeiro. Já é o ganha-pão delas, o trabalho diário delas, mas, ao contrário de qualquer futebolista-homem, nenhuma delas quer fazer vida daquilo. Têm outros planos para o futuro.
O mundo do futebol é feito de homens, e para os homens. Não há nada a fazer, são eles que enchem cafés e ficam em frente à televisão a praguejar e a beber cerveja como se não houvesse amanhã, são eles que querem ir a jogos de futebol de clubes grandes com clubes que não interessam a ninguém. Sejamos francas: as mulheres acham muito mais piada a ver a selecção (é quando podem ser elas mesmas, porque Portugal vale mesmo a pena).
Mas aquelas miúdas diziam que estavam bem, não passavam necessidades, dava para viver do futebol. Mas com certeza que não dava para comprar uma Mansão ou passar umas férias na Riviera Francesa ou confraternizar com a Paris Hilton em Los Angeles. Primeiro, porque o dinheiro não chega, e segundo porque a Paris Hilton não sabe e talvez nunca saiba quem elas são, e terceiro, porque…. São mulheres!
Digam o que disserem, é a nossa condição. Já dizia a Gwen Stefani, quando ainda era uma artista punk, “i’m just a girl”, com os lábios pintados de vermelho, o cabelo pintado de loiro e as calças largas… Um hino à revolta feminina. “I’m just a girl in the world/that’s all that you let me be”. E o que é que aconteceu à Gwen? Passados uns anos tornou-se mais uma artista pop. Porquê? Rendeu-se à merda da indústria discográfica, que, infelizmente ainda exige que as meninas sejam loiras, belas, mamalhudas, e cantem uns refrõezinhos que fiquem na cabeça. Eu sei que mesmo assim a Gwen consegue fazê-lo com algum estilo, porque a miúda tem pinta, mas por amor de Deus (ou de outra entidade qualquer!)
Por mais que doa…. É a realidade. A Mulher muda para se adaptar ao Mundo. Porque o Mundo não se adapta a ela!
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Complementos

Aquela série do How I met your mother é hilariante. Mas também é muito inteligente. Quem é a rapariga que não questiona porque cai tantas vezes na rede de gajos como o Barney, que está sempre a inventar novas formas de engatar uma rapariga – no fundo esta personagem leva ao extremo o interior masculino mais exacerbado. Claro que tudo o que ele faz é completamente estapafúrdio, e acaba por ser uma sátira ao macho sedutor, sempre cheio de charme, mas que no fundo é uma completa besta que só nos quer saltar para cima, e nunca ligar no dia seguinte.
Em oposição, o Ted é um autêntico ursinho de peluche – Teddy Bear… - que quer encontrar o amor da sua vida, mas nunca resulta, porque ela está mesmo ao seu lado – a Robin, que é sua amiga, e por sinal jornalista num telejornal completamente louco, no qual nenhuma notícia tem ponta por onde se pegue! – e estão sempre a desencontrar-se. O que tem realmente piada, porque senão a série não podia continuar.
Identifico-me um bocado com a Robin, um espírito livre, que se vê numa encruzilhada. Não vou dizer qual é, mas pensem bem: por um lado, temos o Ted, um romântico incurável, que lhe enche a casa de rosas vermelhas (as minhas preferidas, e sem ser para pedir desculpa!!!) e se declara ao som de violinos; por outro lado, o Barney, com quem partilha momentos de ‘gajos’, que gosta do que ela gosta, e com quem partilha um bom whisky e um belo charuto. É claro que ela fica confusa, mas afinal o romantismo acaba por vencer, e o facto de ela e Ted serem tão diferentes, acaba por equilibrar a balança.
O Marshal e a Lilly namoram desde o primeiro ano de universidade, e são o típico casalinho inseparável. Por incrível que pareça são divertidos. Porque são diferentes. Estão noivos, mas ela queria casar no meio do mato, numa cerimónia meio louca, e ele queria um casamento mais tradicional. Uma das cenas mais interessantes é quando o Marshal tem de confessar à namorada que afinal gosta de azeitonas, porque a Lilly sempre achou que aquilo que os tornava especiais era completarem-se um ao outro. Ela gosta de azeitonas…
Porque é que as diferenças e as semelhanças são tão importantes num relacionamento? Será que não é o facto de nos apaixonarmos sem sabermos bem porquê que torna as coisas tão especiais? Mas então porque é que tantos casais acusam “diferenças irreconciliáveis” como um factor tão repetido em divórcios? Afinal o que une e separa um homem e uma mulher?
A verdade é que somos tão diferentes, e tão iguais…
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Amo-te
É aquela palavra que todos dizem, mas poucos sentem… E porquê dizê-la, quando é, simplesmente, uma palavra? Não tem valor, a não ser se lhe dermos um significado. Mas quem é que sabe, ao certo, dar-lhe o significado que ela realmente tem?“Amo-te” implica estarmos a dirigir-nos a alguém, e se o amor é um sentimento, implica sentirmos isso por essa determinada pessoa.
O amor não é vendável, não pode armazenar-se, não é frio nem quente, não traz luzes, nem placas de orientação. Não é comestível, mas provoca indigestões e más disposições…O amor é agora um lugar-comum, uma lamechice, uma coisa falada pelos filmes mas nunca na vida real. Ninguém quer o amor para nada, ninguém quer falar sobre ele. Mas o Mundo gira por causa dele. Qualquer dia, quando não houver amor no Mundo, ele pára, e explode.
Foi por isso que engoli a palavra “amo-te”. Mas no sábado cuspi-a… porque eu não estou cá para más disposições… Não me apetece escondê-la, é para ser dita quando se sente, quando há motivo para isso, quando não é simplesmente uma rotina; um amo-te, simplesmente porque tem de ser… Não. Amo-te porque sim, porque te amo, porque sinto cá dentro, porque não tem explicação, porque me apetece dizer-te agora.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Não sei
Há uns tempos era a Margarida Rebelo Pinto que dizia, no seu livrinho amarelo, espalhado por todo o lado, “sei lá”. Mas eu não sei… Há muita coisa que não sei. É a mesma coisa que dizer, “eu não sei bem o que quero, mas pelo menos sei o que não quero”.
E eu sei o que não sei… Não sei ser insensível, não sei esconder um sorriso ou uma lágrima, não sei dizer o que não sinto, não sei controlar-me quando não me controlo, não sei ser má amiga, não sei ser ponderada e equilibrada, não sei….
Não sei lembrar-me de tudo, e de nada, não sei bem o que é o amor, não sei quem não me disse para crescer, não sei porque não me dizem que sou desastrada, não sei ser falsa, não sei maquilhar-me nem usar saltos altos, não sei porque o mundo está compactado em números e não em letras e palavras – não sei nem quero saber – não sei…
Não sei se acredito em Deus ou em outra coisa qualquer. Não sei porque é que há uma tendência para formatar o Amor e a Amizade. Não sei porque é que as pessoas colocam um véu transparente de ignorância e estupidez, e se camuflam em hipocrisia e cinismo.
Não sei porque não bati mais nos rapazes quando tinha 7 anos - devia tê-lo feito.
Não sei porque é que as pessoas preferem baixar os braços e deixar-se guiar pelo simplismo da dureza da vida. Não sei porque as pessoas seguem a riqueza em vez de afastarem a pobreza.
Não sei porque as pessoas se sentem sozinhas quando não procuram ninguém...
E há muito mais que não sei.
Sei… o que não quero para mim. Sei que ainda tenho muito para saber.
«Há muitas coisas que percebo que não sou, mas dizer exactamente o que sou não consigo» José Luís Peixoto
terça-feira, 6 de outubro de 2009
hurt
A pior coisa que podemos fazer é sofrer por algo provocado por nós. O sentimento de culpa pode ser das piores coisas, mas o sentimento de me magoar simplesmente para me magoar é pior ainda.
Não há motivos aparentes, não há situações de declínio, não há ideias perdidas. Há simplesmente, um aperto no peito, uma falta de ar, um buraco no chão. Uma lembrança do abismo e do escuro, que caminhava na minha direcção.
Mas não há forma de fugir a esse sofrimento momentâneo. É preciso encará-lo de frente e dizer-lhe para se mudar para outra parte do Mundo. Mais cedo ou mais tarde, ele vai ouvir-nos.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Veneno
Se ficarmos calados, o veneno vai alastrando-se cada vez mais.... Ou vamos libertando o veneno em várias e pequenas doses, ou ele acaba por consumir-nos.
Mais dia, menos dia, se não tiver cuidado, cuspo a maçã envenenada na direcção certa.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Princesa índia



